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Orleans Brandão Ultrapassa Braide e Lidera Corrida ao Palácio dos Leões com 41% nas Pesquisas

  • Foto do escritor: Kentidjern Herman
    Kentidjern Herman
  • 11 de mai.
  • 3 min de leitura

POLÍTICA MARANHÃO • 11 de maio de 2026

Orleans Brandão Ultrapassa Braide e Lidera Corrida ao Palácio dos Leões com 41% nas Pesquisas

Foto: Reprodução / Blog do Gláucio Ericeira

A corrida ao Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão, ganhou um novo mapa nesta sexta-feira (8 de maio). Pesquisa divulgada pelo Instituto Inop, contratada pelo Grupo Jornal Pequeno, mostra Orleans Brandão (MDB) ultrapassando Eduardo Braide (PSD) e assumindo a liderança no cenário estimulado para o Governo do Estado nas eleições de outubro de 2026. O levantamento confirma uma tendência de crescimento do pré-candidato governista observada desde o início do ano.

No cenário estimulado, Orleans Brandão aparece com 41,27% das intenções de voto, contra 38,60% de Eduardo Braide — diferença dentro da margem de erro de 3,03%, mas que marca simbolicamente a virada de liderança na disputa pelo Palácio dos Leões.

Cenários Estimulado e Espontâneo Revelam Disputa Equilibrada

O Instituto Inop ouviu 2.588 pessoas entre 24 de abril e 2 de maio, com nível de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3,03 pontos percentuais. No cenário estimulado, Orleans Brandão (MDB) liderou com 41,27% das intenções de voto. Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito que renunciou à prefeitura de São Luís em março para disputar o governo, ficou em segundo lugar com 38,60%. Lahesio Bonfim (Novo) foi o terceiro colocado com 10,39%, e o vice-governador Felipe Camarão (PT) apareceu em último com 4,17%. Não souberam responder 4,57% dos entrevistados, e 1% declarou não votar em nenhum dos candidatos.

Já no cenário espontâneo — sem sugestão de nomes — os dois líderes ficaram praticamente empatados: Braide com 26,39% e Orleans com 25,75%, ambos dentro da margem de erro. Lahesio Bonfim marcou 5,14% e Felipe Camarão, 1,97%. Os demais pré-candidatos citados não ultrapassaram 1% nesse modelo de pesquisa.

Para o Senado, no cenário espontâneo, os mais citados foram Roseana Sarney (MDB, 6,38%), Roberto Rocha (Novo, 4,95%), Weverton Rocha (PDT, 3,59%) e André Fufuca (PP, 2,59%). O Maranhão elegerá duas cadeiras ao Senado Federal em outubro, tornando a composição da chapa majoritária um dos elementos mais estratégicos das negociações políticas dos próximos meses.

O levantamento também avaliou o nível de aprovação do governador Carlos Brandão, principal apoiador de Orleans na disputa eleitoral. Segundo o Inop, 59,13% dos entrevistados aprovam a gestão estadual, enquanto 33,11% desaprovam e 7,76% não responderam. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o número MA-06910/2026.

O crescimento de Orleans nas pesquisas é explicado pela ampla mobilização territorial que o pré-candidato vem realizando em todas as regiões do estado. Em março, no primeiro levantamento do Instituto Inop, Orleans marcava cerca de 37% no cenário estimulado — ou seja, cresceu aproximadamente quatro pontos percentuais em pouco mais de um mês. O MDB maranhense tem apostado em amplas alianças municipais, envolvendo prefeitos de diferentes partidos, como estratégia para consolidar a candidatura antes do início do período eleitoral oficial.

Do lado de Braide, a pré-candidatura conta com o peso político de dois mandatos à frente da maior cidade do estado e de uma reeleição com 70% dos votos em 2024. A força no voto espontâneo — empatado com Orleans — indica que sua popularidade real vai além das siglas e alianças formais, representando um capital político que ainda pode ser decisivo na reta final da campanha.

O cenário eleitoral maranhense se consolida como uma corrida de dois candidatos centristas. A esquerda, representada por Camarão (PT), e a direita, por Lahesio Bonfim (Novo), disputam um espaço ainda restrito nas pesquisas. As eleições de outubro serão decididas nos municípios do interior, e a capacidade de cada candidato de construir uma rede territorial sólida antes do período eleitoral tende a ser o fator mais decisivo do pleito.

Os números do Inop confirmam o que os bastidores políticos já sinalizavam: a briga pelo Palácio dos Leões é uma disputa de dois cavalos. O crescimento de Orleans no estimulado reflete o sucesso da estratégia de territorialização do grupo governista; Braide mantém força no espontâneo, demonstrando que sua base vai além das articulações partidárias. Para Orleans, superar os 40% em cenário estimulado é um marco relevante. Para Braide, o empate no espontâneo é um alerta: popularidade não basta — é preciso estrutura para vencer no interior do estado. Quem construir melhor essa ponte antes de outubro leva vantagem no primeiro turno.

Fonte: Blog do Gláucio Ericeira / Instituto Inop / Grupo Jornal Pequeno

 
 
 

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