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Amarelinha Sub-17 Feminina Conquista Hexatítulo Sul-Americano com Virada Épica Sobre a Argentina

  • Foto do escritor: Kentidjern Herman
    Kentidjern Herman
  • 11 de mai.
  • 3 min de leitura

ESPORTE BRASIL • 11 de maio de 2026

Amarelinha Sub-17 Feminina Conquista Hexatítulo Sul-Americano com Virada Épica Sobre a Argentina

Foto: Staff Images / CBF

A Seleção Brasileira Feminina Sub-17 escreveu mais uma página dourada na história do futebol nacional na noite de sábado (9 de maio). Em uma final disputada no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai, a Amarelinha virou o placar contra a Argentina, venceu por 3 a 2 e conquistou o título do Campeonato Sul-Americano da categoria. Foi a sexta taça continental do Brasil no torneio e o primeiro título sob o comando da técnica Rilany Silva.

Gols de Gamonal, Helena e Nicolly Manuel garantiram a virada e o hexacampeonato sul-americano — tornando o Brasil o maior vencedor da competição, com seis títulos continentais na categoria.

Primeiro Tempo Define o Jogo: Virada Brasileira nos Acréscimos

A partida começou com um susto. A Argentina foi às redes logo aos 4 minutos, abrindo o placar e colocando pressão sobre a Amarelinha ainda no início. Mas o domínio técnico do Brasil foi evidente ao longo de toda a etapa inicial. Aos 28 minutos, Gamonal empatou a partida, restaurando o equilíbrio e dando novo ânimo às jogadoras brasileiras.

Nos acréscimos do primeiro tempo, o Brasil construiu a virada de forma emocionante. Nicolly Manuel foi ao confronto com a goleira adversária e sofreu um pênalti. Helena foi para a cobrança e não vacilou: 2 a 1 para o Brasil. Antes do intervalo, ainda houve tempo para ampliar: Nicolly Manuel, novamente protagonista, balançou a rede das argentinas e fechou o primeiro tempo com uma vantagem de dois gols para a Amarelinha.

No segundo tempo, a Argentina não desistiu. O time adversário se reorganizou, descontou e tornou o placar 3 a 2, gerando tensão nos minutos finais. Mas a defesa brasileira segurou a pressão e garantiu o resultado. O apito final decretou o hexacampeonato da Seleção Feminina Sub-17 em uma edição histórica do Sul-Americano.

A campanha da Amarelinha ao longo do torneio foi dominante: cinco vitórias e apenas um empate, com 21 gols marcados e somente seis sofridos. Com seis títulos — 2010, 2012, 2018, 2022, 2024 e 2026 — o Brasil é o maior vencedor do Sul-Americano Feminino Sub-17. Paraguai e Colômbia ergueram o troféu uma vez cada; a Venezuela é bicampeã.

Além do título, a conquista garante presença na Copa do Mundo Feminina Sub-17 de 2026, que será realizada no Marrocos entre outubro e novembro. A vaga havia sido assegurada com a classificação para a final do Sul-Americano; o hexa confirmou o Brasil entre as grandes favoritas do Mundial da categoria.

O título representa também um marco pessoal para Rilany Silva. A técnica havia assumido o comando da equipe com a missão de manter o Brasil no topo do futebol feminino jovem sul-americano e cumpriu logo em sua primeira participação em uma final continental. A conquista reforça o ciclo virtuoso do futebol feminino brasileiro de base, que combina talento, estrutura e metodologia para revelar geração após geração de craques.

O hexacampeonato é mais do que uma conquista esportiva — é um sinal claro de que o Brasil continua colhendo frutos no desenvolvimento do futebol feminino de base. A campanha quase perfeita ao longo do torneio indica que a geração que vai ao Marrocos tem potencial real para brigar pelo título mundial. A sequência de Sul-Americanos consecutivos — 2018, 2022, 2024 e 2026 — demonstra consistência rara e projeta o Brasil como protagonista inegável do futebol feminino jovem no cenário mundial.

Fonte: Agência Brasil

 
 
 

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