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CPI do Crime: Fundador da Reag Nega Vínculo com o PCC no Senado

  • Foto do escritor: Kentidjern Herman
    Kentidjern Herman
  • 12 de mar.
  • 1 min de leitura

🇧🇷 POLÍTICA BRASIL • 12 de março de 2026

CPI do Crime: Fundador da Reag Nega Vínculo com o PCC no Senado

Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

O fundador da empresa Reag, João Carlos Mansur, compareceu nesta terça-feira (11) à Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado do Senado Federal para prestar depoimento. Na ocasião, ele negou categoricamente qualquer relação da empresa com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções criminosas mais poderosas do Brasil.

A Reag foi liquidada pelo Banco Central em janeiro de 2026, sendo responsável pela administração de cerca de R$ 300 bilhões em fundos de investimento — um dos maiores casos de intervenção da autarquia na história recente.

Operações e Investigações em Curso

A Reag figura como alvo de investigações em três operações da Polícia Federal: Carbono Oculto, Compliance Zero e Quasar. As investigações buscam identificar eventuais ligações entre a empresa e recursos de origem ilícita. Mansur afirmou desconhecer quaisquer irregularidades durante sua gestão à frente da holding financeira.

A CPI do Crime Organizado deve continuar os trabalhos ouvindo outros depoentes ligados ao caso. A comissão mira especialmente o fluxo de capitais em grandes gestoras de fundos suspeitas de servirem como escudos para lavagem de dinheiro de organizações criminosas.

📌 Fonte: Agência Brasil / agenciabrasil.ebc.com.br

 
 
 

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